segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Sobre Sorte, Drama e Rock n’ Roll

Quem nunca precisou passar a pé todo dia por um posto de gasolina jamais vai entender a gravidade da coisa. A questão não sou os produtos inflamáveis que tão ali, mas toda uma falta de sorte quando se está passando e um caminhão resolve ligar o motor na mesma hora.

É como se 8 milhões de fumantes viessem baforar na tua cara dando um grito antes da risada. Se fosse uma vez na vida, passava, mas tem me acontecido três vezes por semana, sem importar o horário e o movimento na rua.

Sei que tenho um certo dom pra dramatizar situações cotidianas e até então nem sabia como usar isso ao meu favor. Aliás, nem sabia que era um dom ou não encarava isso desta forma, mas dramatizar mesmo que em palavras e não em atos, não é todo mundo que faz.

Obrigada! Mas foi o Eddie Vedder que me fez perceber tal fato, quando escutando Alive eu tive a sensação de estar caindo de um prédio, caindo… caindo… e quando me dei conta eu estava chorando.

Chorando, com fones de ouvido, no meio da rua após sair de uma cortina de fumaça causada por um caminhão que resolveu ligar o motor quando eu passava.

A gente nunca sabe o que vai acontecer no instante seguinte. Um simples fato pode te revelar toda uma realidade que sempre esteve a sua frente. Outras realidades são mostradas e a tua vida não deve ser alterada por causa delas.

Sorte é relativa.

A gente tem que aprender sobre equiíbrio das coisas, sobre não guardar maus sentimentos e sobre ouvir uma música que te faça um tanto bem!

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